Eis que todas as mães torcem para o filhote chegar ao sexto mês para que se possa introduzir toda a alimentação necessária, pensamos que vamos ter menos trabalho e muita solução porque ele não vai precisar tanto da mãe quanto antes.
Já havia falado em uma postagem anterior do medo que tinha/tenho do meu filho não ser tão apegado a mim, por causa do laço da amamentação, quando fosse introduzir essa alimentação necessária para ele. Errei nisso, pois ele continua apegado e muito mais carinhoso comigo. Fica na maior graça e gosta de que eu fique brincando e dando gargalhadas com ele.
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Quanto a alimentação foi bem assim...
No primeiro dia: Fiz a sopa que a pediatra passou, eis que comecei a fazê-la ás nove da manhã e terminei ás onze, nada fácil, cheia de frescura, não pode colocar sal isso ou aquilo outro. Ficou pronta, passei no triturador ficou a papinha, vamos lá, na tentativa de alimenta-lo. Se alguém pensa que essa criança aqui comeu, se enganou, não quis de forma alguma. Dei o suco de laranja mimo e ele até que tomou, quanto as frutas não tive problema, pois são doces, e ele adora.
No jantar foi a mesma luta, o mesmo sacrifício, e não tive sucesso para que ele colocasse para dentro. Era parabéns para você, era backyardigans, era galinha pintadinha e nada que fizesse o tal milagre da comida acontecer. Fiquei desesperada, porque achei que ele não iria conseguir comer, me sentir a pior mãe do mundo, mas respirei e pensei : " amanhã será outro dia!"
No segundo dia: Não fui pela receita da médica, resolvi fazer uma sopinha de legumes, no jantar fiz um purê de jerimum, e decidi fazer tudo do meu jeito para que ele comesse tudo. Além de ser tudo mais fácil eu fico tranquila pois ele comeu tudo e encheu a barriga e gostou.
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Nesses dias de carnaval resolvi optar pelas sopinhas da Nestlé, mas não substitui as frutas e o suquinho que são ótimos para o desenvolvimento de toda criança.
